A empresa DCDN, como todos sabem, é exemplo do cuidado e atenção com seus colaboradores. Ate porque os responsáveis que estão à frente dos negócios são sensíveis a estas causas. Que bom! A valorização dos recursos humanos nos faz lembrar o pensamento de Carl Carlzon, em seu livro “A Hora da Verdade”, sugerindo que “as nossas organizações sejam literalmente viradas de cabeça para baixo.
Precisamos aprender a dar as boas-vindas às mudanças em vez de lutar contra elas, assumir corajosamente os riscos em vez de eliminá-los, dar mais força à linha de frente em vez de desmotivá-la e visar ao mercado altamente mutável à nossa volta em vez de nos concentrarmos em manobras internas, burocráticas e complicadas." São premissas para o sucesso – aumentar comprometimento, motivar e atingir desempenho diferenciado.
Não basta somente ter melhores equipes, recrutar, selecionar e avaliar. Estar junto com seus colaboradores, sentir suas necessidades e se despir de posturas profissionais, é uma das ações que deve estar listada em qualquer plano de ação empresarial. Promover oportunidade para reforçar o relacionamento interpessoal.
Dito e feito. Dedicar um sábado inteirinho em prol da equipe de trabalho foi uma ação notável. A campanha promovida pela DCDN foi um verdadeiro glamour. No último sábado, dia 17 de julho, consolidou, certamente, os enlaces da grande equipe executiva – unindo as habilidades individuais à sinergia da equipe. Contratou-se uma empresa – foi lançada a 1ª Campanha com o slogan ”Energizando”. Verdadeiro sucesso com diversas provas de raciocínio lógico e resistências físicas ocorridas em Pindoretama, distância de 45 km da capital Fortaleza.
Qual a expectativa desta integração a curto, médio ou ao longo prazo? Enorme, se houver outras campanhas, outros momentos de interação. Para se obter uma equipe consolidada é preciso investir. O capital humano é intangível e, como tal, deve ser cuidado. Segundo, Elton Mayo, sociólogo australiano, “o trabalho é uma atividade tipicamente grupal, em que cada um reage como membro de uma equipe, e não como indivíduo isolado. Portanto, uma organização, por mais eficiente que seja, é incapaz de elevar a produtividade, se não identifica e atende as necessidades psicológicas de seus colaboradores. Sem isso não há cooperação e resta a opção de conflito”. (Trecho extraído da obra Gente não é Salame, de Marcelo Silva).
Eleni Gentil Amaral
